quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Liberdade de escolha versus Coletivismo

Qual o sistema económico que mais promove a liberdade do individuo? Qual o sistema que melhor serve quem procura seguir o seu próprio caminho sem atravessar o caminho dos outros? Será que num sistema socialista há espaço para a liberdade? Ou há apenas a propaganda da liberdade até que acreditemos que somos livremente condicionados?

Algum sistema tem o direito de impor a sua filosofia a indivíduos contra a sua vontade?

A própria definição do socialismo é a Ditadura do Proletariado. Mas é o Proletariado que tem o poder num sistema destes? Os trabalhadores cubanos, ou ucranianos ou russos, etc, tiveram direito de escolha? E puderam em algum momento mudar de opinião? Há espaço para o individuo numa sociedade que torna coletivo todo o fruto do seu trabalho?

É possível haver uma cooperativa numa economia de mercado? E livre arbítrio numa comuna?

Em que ponto da história foi que o socialismo se apoderou do epíteto de defensor das artes e do engenho, quando a sua matriz é completamente adversa a este tipo de iniciativas?

Há algumas respostas nesta série de questões que não são de resposta linear, mas a sua maioria é extremamente simples de responder. Por vezes basta fazer a pergunta certa.

A expropriação sistemática do indivíduo e a esterilização da sua vontade de progredir e melhorar a sua vida são o coração do socialismo.

Uma pergunta final para um próximo post: A riqueza de um país mede-se pela quantidade de ouro ou moeda que possui?



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